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CD - Farra dos Brinquedos - Farra dos Brinquedos

CD - Farra dos Brinquedos - Farra dos Brinquedos

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Diversidade musical para o mundo das crianças

Grupo Farra dos Brinquedos desperta no público infantil o encanto pela música popular brasileira. Com um repertório autoral, focado em situações cotidianas vividas entre pais e filhos, os músicos investem na variedade de ritmos, na qualidade dos arranjos e interpretação, no caráter educativo e na dimensão cênica da música.   

 

Criado por cantores e instrumentistas consagrados do cenário carioca, o Farra dos Brinquedos realça, em novo espetáculo e CD, o lado encantador, poético e brincante da música popular brasileira. É um convite às crianças (e também aos adultos) conhecerem de perto essa riqueza e diversidade.

O grupo faz um passeio lúdico por canções que retratam o dia-a-dia da relação entre pais e filhos, seus dramas, dificuldades e alegrias; e são inspiradas pela convivência dos jovens artistas com os pequenos. Estão presentes gêneros como samba, choro, tango, polca, salsa, marcha, baião, xote, maxixe, guarânia... e ainda jazz e rock n’ roll. O colorido dos instrumentos e a variedade dos intérpretes visam, por sua vez, estimular a interação da garotada.

O Farra dos Brinquedos é formado por Pedro Miranda (voz e percussão), Elisa Addor (voz), Marcelo Caldi (acordeom e voz), Daniela Spielmann (saxofones e flautas), Nando Duarte (violão de 7 cordas e contrabaixo acústico), Carlos Cesar Motta (bateria e percussão) e Bebel Nicioli (flauta e clarinete).

Os músicos são educadores e pais que embarcaram na imaginação dos meninos e meninas, ao mesmo tempo em que sentem necessidade de levar para eles as suas referências. Nesse sentido, o trabalho visa contribuir para a educação musical, ampliando a percepção do público infantil a partir de elementos da nossa cultura, dentro de um repertório inédito.

            Musical

            A partir da direção de Duda Maia, a apresentação do grupo ganhou uma dimensão mais cênica, permitindo um diálogo aberto com o teatro e a dança. Dentro das feições de um musical, o espetáculo explicita o olhar lúdico, no qual a situação “real”, vivida no cotidiano, tende a penetrar o universo da brincadeira.

O enredo leva as crianças a soltarem a imaginação e se divertirem com alguns dos personagens, como o Bebê número um, que de vez em quando solta um “pum”; a Maria Gabriela, que “tem sebo na canela”; o menino Antônio, que “ama jogar bola mas foge de cafuné”; e as irmãs gêmeas Amália e Olívia, que “sem querer são parecidas”. Há espaço pra crer que a sanfona se transforma numa caixa de fotografias, de onde saem sons e timbres que representam as modernas relações familiares de irmãos, primos, tios, avós e agregados, narradas de forma bem-humorada em “Parentesco” (“nossa família é muito amiga / se ama muito mas às vezes também briga”).

Algumas canções possuem caráter pedagógico, sem perder a leveza, como é o caso de “Tira o dedo”, que relata a agonia dos pais em ensinar os pequenos a não colocar o dedo na tomada, no pudim ou no nariz. Outras despertam a ludicidade, ao falar da formiguinha, que “corre apressadinha / sai de manhã cedo / e só volta de noitinha”, e do elefante, cuja tromba é imitada por um sax tenor.

Os trechos inspirados no blog frases de crianças, os figurinos de Maria Hermeto, a programação visual de Emílio Rangel e a iluminação de Renato Machado corroboram para a atmosfera poética, fazendo o espectador navegar por diversos ambientes, de acordo com o clima de cada canção.

Sobre os músicos

Daniela Spielmann – saxofonista, arranjadora, compositora, educadora, mestre e doutoranda em saxofone (UniRio). Seu disco “Brazilian breath” foi indicado ao Grammy Latino em 2002. Fez várias turnês internacionais para Europa, América do Sul e Israel. É professora do CEFET-Maracanã e trabalha há vários anos com arte-educação em escolas municipais do Rio de Janeiro.        

Nando Duarte – violonista, arranjador, diretor musical e produtor. Fez a direção musical e arranjos de 8 musicais, sendo os mais atuais “Samba Futebol Clube” (2014), que lhe rendeu o Prêmio Shell de melhor direção musical, e “Sambrá” (2015), com Diogo Nogueira. Fez a direção musical do show, CD e DVD “Bêba-me”, de Elza Soares. Participa do Projeto “Sanfona é Cultura Popular nas Escolas”, em escolas municipais de ensino do Rio de Janeiro.

Pedro Miranda – é considerado uma das maiores vozes do samba da nova geração do Rio de Janeiro, além de percussionista e ator. Seu mais recente álbum solo, “Pimenteira” (2009), foi considerado por Caetano Veloso um “acontecimento especial em nossa música”. Apresentou-se em Portugal, França, Índia, México e vários espaços importantes no Brasil. Integra o elenco dos musicais “Sassaricando” e sua versão infantil, “Sassariquinho”, entre vários outros.

Marcelo Caldi – é idealizador do Projeto “Sanfona é Cultura Popular nas Escolas”, que atingiu cerca de 7.000 crianças nos últimos três anos, em escolas públicas do Rio de Janeiro. Premiado pela Funarte e com apoio do Instituto Moreira Salles, lançou o livro e o CD “Tem sanfona no choro”, resgatando o repertório instrumental de Luiz Gonzaga. Compôs arranjos para Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, entre outras.

Bebel Nicioli – flautista, clarinetista e professora de música voltada para crianças. É idealizadora e diretora do Projeto “Brincadeiras Musicais” e diretora do Projeto “Flautistas da Pro Arte”. Licenciada em Música pela UniRio, tem formação profissional em “Amadurecimento Lúdico” e está em formação profissional em “Prática Psicomotora Aucouturier”, com Silvia Carné, no Espaço Néctar. Participa de vários cursos de pedagogia musical e educação.

Elisa Addor – é uma das mais atuantes cantoras de samba da nova geração. Lançou o CD “Novos tempos” (2011), com o qual vem se apresentando em vários shows desde então. Cantou em todas as tradicionais casas de samba da Lapa. É musicoterapeuta de formação e trabalha diretamente com crianças no Ceat (Santa Teresa). Participou do CD “Cantoras da Lapa” e do CD “Pare olhe escute”, do grupo Passagem de nível, entre vários outros.

Carlos César Motta – licenciado em Música pela UniRio, baterista e percussionista. Em 2008, formou, em conjunto com o violinista francês Nicolas Krassik, o grupo de música nordestina Cordestinos, com quem gravou disco homônimo, e se apresentou no Carnegie Hall, em Nova Iorque, e vários outros lugares no Brasil e na Europa. Tocou com grandes nomes da MPB como Elza Soares, Maria Bethânia, Zélia Duncan, Simone, Nana Caymmi e Rita Ribeiro.

 

Ficha técnica CD

Nando Duarte – violão de 7 cordas, baixo e guitarra

Pedro Miranda – voz e percussão

Bebel Nicioli – flauta e clarinete

Carlos Cesar Motta – bateria e percussão

Daniela Spielmann – saxofones e flauta

Marcelo Caldi – voz, sanfona, teclado e xilofone

Elisa Addor – voz

Produção musical – Marcelo Caldi e Nando Duarte

Produção executiva – Alina Skonieczny

Arranjos – Marcelo Caldi e Daniela Spielmann

Edição – Nando Duarte

Mixagem e masterização – Daniel Carvalho

 

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