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Com a Certeza de Quem Não Sabe Nada - Baia

Com a Certeza de Quem Não Sabe Nada - Baia

REFERÊNCIA: DSC049

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Apesar dos 20 anos de carreira, Mauricio Baia ainda é um desconhecido da maior parte público. Para muitos, seu trabalho mais popular foi uma participação no programa O Baú do Raul, lançado em CD, DVD e especial do canal Multishow. Com 150 mil cópias vendidas, neste tributo a Raul Seixas de 2004, o músico fez uma apresentação exageradamente tetral de Ouro de tolo. Tão baiano quanto o Maluco Beleza, Baia é natural de Salvador e estreou na música junto com a banda RockBoys. Hoje com 40 anos e radicado no Rio de Janeiro, ele está às voltas com Com a certeza de quem não sabe nada, disco que teve lançamento recente pela major Som Livre. Compositor inspirado, atento e bem acima da média, Mauricio Baia transita bem entre estilos, apesar de manter a pegada roqueira como norte. Apesar de Com a certeza de quem não sabe nada ser seu sétimo disco, é apenas o segundo de estúdio onde assina sozinho. Antes, em 2009, ele apresentou o projeto Ao Vivo no Circo, gravado no Circo Voador e exibido pelo Canal Brasil. De volta ao estúdio, o músico apresenta 10 canções inéditas e a regravação de Desafio, de Edu Krieger. Contando com o reforço de Gabriel Moura, Dé palmeira e do próprio Krieger, o baiano montou uma banda sem estrelas, mas com muito ritmo e talento. Apostando em melodias simples e assumidamente palatáveis, o disco ficou inteligentemente acessível para quem gosta de boas canções para ouvir, dançar ou cantar junto. É o caso da faixa título, um tecno brega filosófico. O rock Pousando, parceria com André Gardel e Luis Carlinhos, é destaque pela letra surrealista emoldurada em um rock bem pra cima. Nesse mesmo ritmo, Essa moça (com Aluba) é a música que o Jota Quest deveria ter coragem de fazer. De fácil pegada e letra maluca, é uma pérola que fica reservada para os ouvintes mais atentos. O baião rock Em nome da fome (com André Gardel) apresenta uma bela trama de guitarra e teclados, para apresentar imagens fortes sobre a “a fome do homem que a pura fome de viver”. A levada proto-sambista Quando eu morrer repete uma fórmula já muito usada, de brincar com trechos de composições famosas. Melhor ficar com Passa e fica (com Gabriel Moura e Gabriel Leal), reggae de temática samba-canção. Se a mistura parece improvável, ela se torna plenamente real nas mãos e na voz de Maurício Baia. Se você ainda não conhece, a hora é agora.